domingo, 20 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

WORKSOP MUSICALIZAÇÃO INFANTIL



Objetivo:Orientar professores a desenvolver propostas que despertem a musicalidade das crianças visando o seu crescimento pessoal e artístico, através de um trabalho que envolva canções, movimentos, instrumentos musicais, literatura, jogos e brincadeiras.

Publico alvo:
Professores, educadores religiosos, ministro de crianças e pais.

Investimento: R$50,00 (por pessoa)

Grupo de 10 pessoas da mesma igreja (40,00)
SOLICITE A FICHA DE INSCRIÇÃO
DATA:
29 DE ABRIL (SEXTA) OU
30 DE ABRIL (SÁBADO)

HORARIO:
10:00 ÁS 13:00 OU
14:00 ÁS 17:00

LOCAL: Av. Princesa Isabel 323 - Copacabana - Rio de Janeiro- RJ CEP: 22011-010

Inscrições e informações:
Telefones: (21) 34713129
Celular: (21) 99614069
Geracaopibcopa@gmail.com

NÃO ACEITAMOS INSCRIÇÕES NO DIA!
APENAS 14 VAGAS.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

VOLTA ÀS AULAS!

Mensagens para Orkut

Encontre muito mais Volta às Aulas em nosso site. Confira!


VOLTA ÀS AULAS!

Décadas atrás, as crianças entravam mais tarde na escola, aos cinco ou seis anos, e a separação entre a mãe e o bebê era feita de forma mais lenta. "Hoje em dia, a quebra é muito rápida. Os pais até se sentem culpados por não poder passar mais tempo com o bebê.
O momento de se separar das crianças e colocá-las na creche ou pré-escola causa medo e insegurança, que são sentimentos legítimos.
Depois de escolhida a escola, vem um período de adaptação, tanto para as crianças quanto para os pais.
Nos primeiros dias do bebê na creche, muitas escolas particulares pedem que os pais ou outro adulto de referência permaneçam na instituição. "O abandono é traumático. Não existe mais aquela história de deixar a criança no portão da escola e sair correndo. Com o período de adaptação, também não tem choradeira.
Muitas crianças acabam se desacostumando com o ritmo, a rotina e até com o ambiente escolar. Se a criança mudou de escola ou vai frequentar uma sala de aula pela primeira vez, então, até os pais ficam preocupados,boa parte dos pequenos podem estranhar um pouco esse início de ano letivo, com novos professores, novos colegas e matérias diferentes. Para os pais que enfrentam essa situação, aí vão algumas dicas para facilitar esse processo.
Busque no horário certo
Não se atrase na hora de buscar a criança na escola. Para você, atrasar uns minutinhos pode não significar muito. Mas, para as crianças pequenas pode ser motivo de angústia, ansiedade e insegurança. Evite isso. Fortalecer a confiança entre pais e filhos ajuda muito na hora da adaptação pequenos.
Diálogo sempre

Conversas diárias ajudam bastante a conscientizar a criança sobre a importância da escola na vida dela. É fundamental procurar saber sempre como foi o dia de estudos, perguntando, inclusive, detalhes das aulas e dos momentos de recreação. Demonstre interesse e empolgação na conversa com a criança. Isso certamente vai motivá-la a querer voltar no dia seguinte.
Presença na escola
Algumas escolas permitem que os pais permaneçam ao lado dos filhos na fase de adaptação ao ambiente escolar no início do ano, principalmente no caso dos mais novos.Participe desse processo sempre. Em geral, não dura mais do que uma semana.
Dê tempo ao tempo
Cada criança encara a nova escola, a nova série, a nova professora e mesmo os novos amiguinhos de uma maneira diferente. Para alguns, a adaptação acontece rápido; para outros, pode demorar um pouco mais. Tenha paciência e respeite o ritmo de cada criança é o grande segredo.
Relacionamento com o professor
Tente estreitar a relação com o professor ou professores do seu filho. Saiba exatamente como é o método de trabalho do profissional, para que você tenha confiança nele e na escola e transmita isso para a criança.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

histórias biblicas

livro sem palavras





CÂNTICO MINHA PEQUENA LUZ




CARTAZES PARA CANTAR COM AS CRIANÇAS




imprima em papel cartão e leve para o culto infantil.

AS NECESSIDADES BÁSICAS DE UMA CRIANÇA




AS CRIANÇAS PRECISAM DE UM SENTIDO, DE SIGNIFICADO:

Os seres humanos necessitam ser notados, apreciados e amados como são, caso devam ter um sentido de significado. Não conseguiremos viver conosco mesmos se sentirmos que não temos valor ou se não gostamos de nós mesmos.
De que forma podemos desenvolver este senso de significado?
1. Investir no relacionamento conjugal, demonstrando amor um pelo outro diante dos filhos.
2. As crianças não devem ser o centro de nossas atenções.
3. As crianças devem ser respeitadas em seu processo de maturação, não podem ser forçadas a alcançar posições superiores às suas possibilidades.
Atitudes dos pais que podem gerar complexo de inferioridade nos filhos:

- Elogios freqüentes a um dos irmãos;
- Ferir o auto-respeito;
- Exposição da criança ao ridículo, sarcasmo, zombaria, desprezo.
- Como construir um sentido de significado?
- Elogiar a criança pelos seus pequenos serviços e atitudes.
Como diz Bruno Bettelleim: “A convicção sobre o próprio valor só pode resultar do sentimento que a pessoa tem de que seu trabalho é importante e que ela se desempenha bem dele.”
- Apresentar a criança a outros pelo nome.
- Permitir que a criança fale por si mesma quando alguém lhe faz perguntas.
- Respeitar as opiniões e sentimentos da criança.
- Passar mais tempo com a criança, dando a devida atenção.
- Confiar nelas para que desenvolvam um senso de dignidade.

2. AS CRIANÇAS PRECISAM DE SEGURANÇA

Condições que criam crianças insegurança:

1. Conflitos mal-resolvidos entre os pais que não sabem lidar com as diferenças de opinião.
2. Mobilidade constante traz dificuldades de ajustamento aos novos locais e pessoas.
3. Falta de disciplina, de limites estabelecidos.
4. Ausência dos pais em casa.
5. Críticas freqüentes provocam sentimento de fracasso e incompetência.
6. Pais que dão presentes e dinheiro, mas não dispõem de tempo, nem demonstram amor pelos filhos.
7. Insegurança e ansiedade dos pais.

Condições que criam segurança:

1. Harmonia, lealdade e comprometimento dos pais em seu casamento.
2. Certeza do amor dos pais que se concretiza em gestos de afeto.
3. União na família, para o alcance de metas, gera o senso de estabilidade.
4. Manutenção da rotina, horário habitual para as refeições e sono.
5. Disciplina administrada de forma amorosa.
6. Administração de toque (abraços, colo, carícias, beijos etc.)
7. Sensação de pertencimento para sentir-se aceita, valorizada e digna de valor.

3. AS CRIANÇAS PRECISAM DE ACEITAÇÃO

Assim como a saúde do corpo depende da alimentação e de exercícios físicos adequados, a saúde emocional depende da auto-estima, senso de utilidade, aceitação e valorização.

Por que as crianças sentem falta de aceitação?

- Críticas constantes que geram sentimentos de fracasso, rejeição e desajustes.
- Comparar a criança com outros, em nível de desempenho e competências.
- Querer que as crianças atendam às expectativas da juventude dos pais.
- Superproteger a criança faz com que se sinta incapaz de realizar tarefas.
- Manter expectativas frustradas, revelando-as aos seus filhos.

O que dá lugar ao sentimento de aceitação?
- A criança deve ser tratada e apreciada como única, ter certeza de que é amada do jeito que é.
- Auxiliar a criança a descobrir o prazer de realizar algumas atividades.
- Permitir que a criança descubra que é amada, desejada e apreciada.
- Aceitar as amizades do filho.
- Manter a sinceridade e não ter receio de revelar suas fraquezas.
- Ouvir os filhos com o coração.
- Valorizar o filho, tratando-o como uma pessoa de valor.
- Contribuir

4. AS CRIANÇAS PRECISAM AMAR E SER AMADAS

Seus filhos sabem que são amados?
“A suprema felicidade da vida está na convicção de que somos amados.”
(Victor Hugo)
A forma como estendemos amor a nossos filhos afetará profundamente a nossa forma de nos relacionarmos com os outros. Amar e ser amado produz a sensação de pertencimento que produz a segurança necessária para enfrentar a vida. Seus filhos sabem que são amados?
- Aprendemos a amar, pois nascemos com capacidade para isto. Correspondemos ao amor que nos é demonstrado.
- Ensinamos o nosso filho acerca do amor de Deus e da beleza do sexo quando expressamos, diante dEle, o amor pelo cônjuge.
- Demonstramos o amor quando o comunicamos através de palavras e de gestos.
- Amamos quando revelamos o prazer que sentimos na companhia do outro.
- O amor é demonstrado quando demonstramos que confiamos nos nossos filhos.
- Ouvir os filhos é uma das melhores formas de amá-los e termos a certeza de que seremos ouvidos no futuro.
- Este nobre sentimento contribui para compartilharmos experiências, as quais promovem a união, compreensão e comunicação.
- Quem ama, constrói relacionamentos francos e confortáveis, atentando para a verdadeira identidade da criança.
- As pessoas amadas sabem que são mais importantes que as coisas.

5. AS CRIANÇAS PRECISAM DE ELOGIOS

Tornamos as pessoas belas quando as louvamos e encorajamos com sinceridade. Precisamos de calor e ternura para mudar para melhor. Os nossos problemas de identidade são causados pelas críticas. O elogio não estraga a criança. Mas, se ela não o receber, passará a buscá-lo de forma errônea.
- Deve-se elogiar o desempenho da criança e não a sua personalidade, sempre apontando para o progresso e evolução da criança.
- O louvor deve ser dado pelas pessoas que ocupam uma posição privilegiada no cotidiano da criança. Dessa forma, se promoverá a generosidade, iniciativa e cooperação.
- O elogio deve ser sincero.
- A criança deve ser elogiada pelas ações de iniciativa própria.
- As atitudes dos pais são tão importantes quanto as palavras de ânimo.

6. AS CRIANÇAS PRECISAM DE DISCIPLINA

Disciplinar a criança exige sabedoria, paciência e persistência. Não basta haver amor por parte dos pais. Os sentimentos de cordialidade, afeição e amor devem ser temperados com conhecimento, compreensão e auto-controle. Se a criança tiver liberdade ilimitada, certamente se assustará e se tornará insegura. A verdadeira liberdade será alcançada quando houver limites. Estes limites devem ser bem compreendidos e colocados em prática.
Definição de disciplina. A disciplina é no geral definida como castigo que produz obediência. Este conceito é muito limitado. A palavra disciplina deriva de discípulo. Tanto disciplina como discípulo têm origem no termo latino para pupilo, significando instruir, educar e treinar. A disciplina envolve a modelagem total do caráter da criança, encorajando o bom comportamento e corrigindo aquele que é inaceitável. O castigo é a parte da disciplina que fornece uma restrição curta e temporária.
O castigo do mau comportamento não produz automaticamente o bom comportamento. A disciplina inclui também a responsabilidade dos pais em obter, encorajar, construir o bom comportamento em substituição ao mau. A disciplina inclui tanto o cultivo como a restrição – dois elementos necessários para a vida. Um bom jardineiro cultiva e poda suas plantas a fim de obter bons frutos. As ervas daninhas florescem naturalmente sem cuidado especial. Treinamento é o que devemos fornecer a nossos filhos. Ao encarar a disciplina nesses termos mais amplos, compreendemos que os métodos a serem aplicados podem variar muito mais do que pensamos geralmente. A disciplina inclui tudo que um pai faz ou diz para ajudar seu filho a aprender e desenvolver-se na direção da maturidade.
Propósitos da disciplina: Os pais devem perguntar continuamente a si mesmos: “Qual o objetivo final que desejo alcançar no treinamento de meus filhos?’
Métodos de disciplina. A reação da criança à disciplina dos pais tem muito mais significado do que o método usado.”[1] Os métodos de disciplina podem ser resumidos em três categorias:
a) Regulamento – estabelecimento de regras.
b) Imitação – o modelo da criança está nas ações dos pais, do que são, fazem e dizem.
c) Inspiração – resultante da felicidade e satisfação dos pais.
A disciplina e o controle só vão funcionar quando há estrutura de bons sentimentos, afeição e alegria.

Os cinco princípios de disciplina do Dr. James Dobson:

1. Desenvolver respeito pelos pais, atentando para os seus princípios religiosos.
2. Reconhecer que a comunicação no geral melhora depois do castigo.
3. Controle sem implicância.
4. Não saturar o filho com excessivo materialismo.
5. Evitar extremos no controle e no amor.

7. AS CRIANÇAS PRECISAM DE DEUS

As primeiras orientações bíblicas para os pais estão em Deuteronômio 6. 6-8.

- Os pais devem ter, em primeiro lugar, comunhão com Deus: conhecer o caminho, mostrá-lo e seguir através dele. A compreensão do amor de Deus, misericórdia, perdão, aceitação e a verdade da Palavra de Deus resultarão do relacionamento familiar.
- O treinamento religioso é responsabilidade direta dos pais. A colaboração e encorajamento dos pais são os pré-requisitos para o desenvolvimento espiritual da criança na igreja.
Observando o texto bíblico de Salmos 78. 1-8, verificamos os três propósitos da instrução:
1. depositar fé em Deus;
2. lembrar-se das obras divinas, guardando os seus mandamentos;
3. impedir o descontrole, teimosia e rebeldia.
- A instrução deve ser constante, contínua. Até os quinze anos, a criança normal pode fazer até 500.000 perguntas. A ausência de ensino sobre Deus pode expor a criança a toda sorte de falsos deuses e filosofia.
- A maior parte da orientação é comunicada através do exemplo.

Fonte: Bibliografia John M. DRESCHER, Sete necessidades básicas da criança.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade




O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.


Existe mesmo o TDAH?

Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.


Não existe controvérsia sobre a existência do TDAH?

Não, nenhuma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.


Por que algumas pessoas insistem que o TDAH não existe?

Pelas mais variadas razões, desde inocência e falta de formação científica até mesmo má-fé. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento.

No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm sítios na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.

Os segundos são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto.
Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem.

Veja um texto a este respeito e a resposta dos Professores Luis Rohde e Paulo Mattos:

Why I Believe that Attention Deficit Disorder is a Myth

Porque desinformação, falta de raciocínio científico e ingenuidade constituem uma mistura perigosa


O TDAH é comum?

Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.


Quais são os sintomas de TDAH?

O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

1) Desatenção
2) Hiperatividade-impulsividade

O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.


Quais são as causas do TDAH?

Já existem inúmeros estudos em todo o mundo - inclusive no Brasil - demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.


A) Hereditariedade:

Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo "desatento" ou "hiperativo" simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc...). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz "concordantes") do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único "gene do TDAH". Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.


B) Substâncias ingeridas na gravidez:

Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.


C) Sofrimento fetal:

Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.


D) Exposição a chumbo:

Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.


E) Problemas Familiares:

Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.


F) Outras Causas

Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH:

1. corante amarelo
2. aspartame
3. luz artificial
4. deficiência hormonal (principalmente da tireóide)
5. deficiências vitamínicas na dieta.


Todas estas possíveis causas foram investigadas cientificamente e foram desacreditadas.

O Acampamento de Verão 2011 da APEC Rio será a partir do dia 17 de Janeiro 2011



O Acampamento de Verão 2011 da APEC Rio será a partir do dia 17 de Janeiro 2011

Tema: Desafiando Gigantes

SEMANA KIDS (8 a 12 anos) – 17 a 22 de Janeiro

SEMANA TEENS (13 a 17 anos) - 24 a 29 de Janeiro

Local:
Sítio JUVAK (Tanguá/RJ) (www.sitiojuvak.com.br)

Idade:
A programação é voltada para crianças e adolescentes de 8 a 11 anos e 12 a 17 anos
O que Levar:
• Bíblia e caneta;
• Roupa de cama e banho (inclusive cobertor);
• Roupa para esporte e natação
• Roupa para o jantar de gala
• Roupa para a caminhada ecológica
• Dinheiro extra para gastar na cantina do acampamento.
• O que não levar: Jóias, objetos de valor, etc.

Investimento Total: R$ 300,00
(inscrição, alimentação e hospedagem inclusos)
Promoções: (escolha uma delas)
1- Quem se inscrever até 10/12 pagará apenas R$ 285,00.
2- A partir do 2º irmão haverá um desconto de R$ 20,00 em cada inscrição.

Observação:
Transporte: R$ 50,00 – Ônibus especial não está incluído na inscrição.

Saída: dia 17/01 às 16:00h Retorno: dia 22/01 às 16:00h aqui na APEC.(semana Kid’s)

Saída: dia 24/01 às 16:00h Retorno: dia 29/01 às 16:00h aqui na APEC.(semana Teen)

Local: Rua Teixeira Soares, 28 – Praça da Bandeira – RJ.

3 GRANDES DECISÕES - Adolescentes

IMPRIMA EM PAPEL CARTÃO E CONTE PARA SEUS ALUNOS.




3 GRANDES DECISÕES - Adolescentes




Fonte: Revista professor evangelista

texto da lição: 3 grandes decisões para adolescentes